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segunda-feira, 23 de maio de 2016

Filme: Vida Cigana

Perhan é um jovem que mora com a avó na periferia de Sarajevo e sonha se casar com Azra. Para isso, é convencido por Ahmed a ir para a Itália, a troco de uma promessa de fortuna rápida. A viagem revela-se uma armadilha, onde Perhan descobre que o “emprego”, na verdade, tem a ver com o tráfico de crianças.

Ao som da inebriante música de Goran Bregovic, Kusturica une realismo social e uma imaginação sem limites parar criar um universo insólito e poético, que remete ao cinema de Federico Fellini e ao realismo mágico da literatura de Gabriel García Márquez. Sem dúvida, um dos melhores filmes dos anos 80.

Obra máxima do consagrado Emir Kusturica (“Underground – Mentiras de Guerra”) que recebeu o prêmio de melhor direção no Festival de Cannes. Esta Edição Especial apresenta o filme em versão restaurada e quase uma hora de vídeos extras, incluindo documentários e o final alternativo.

Fonte: http://www.dvdversatil.com.br/vida-cigana/  


Vida Cigana

Tive a oportunidade de adquirir esse filme recentemente e confesso que fiquei sem palavras para descrevê-lo. Busquei pela sinopse afim de não errar nenhum detalhe.
Mas essa falta de descrição não é pelo surpreendente e nem pela surpresa e sim por imaginar o que esse povo já viveu e ainda vivem por aí... a discriminação, o descaso, a ignorância... Mas sem nunca esquecer a alegria e vontade de viver. 
A história é uma ficção, porém alguns dos atores principais são ciganos e ciganos da região onde o filme foi gravado, ou seja, é uma mistura de ficção com realidade. 
A riqueza da cultura é incrível. Perfeito para quem estuda a cultura desses povos em cada canto do mundo. História triste, que peca pela ausência de punições, mas vale a pena conferir.

Com esse friozinho, prepare um chá com pipoca e bom filme! 


quinta-feira, 21 de março de 2013

Filme: Rio Cigano

Também nesta quinta-feira, 21/03/13, terá a pré-estréia gratuita do filme Rio Cigano, no Theatro Municipal de Paulínia, que retrata o cotidiano da vida cigana. É o primeiro longa metragem cigano de ficção feito no Brasil.
O longa narra a cumplicidade entre duas meninas ciganas, Kaia e Reka, separadas na infância e criadas em mundos distantes. Durante uma viagem, os ciganos se vêem obrigados a atravessar a fazenda de um Conde, de onde são expulsos. Em meio ao tumulto da fuga, uma das meninas se perde do grupo e é raptada pelo fazendeiro. Ela é criada no casarão da fazenda como servente da Condessa que, obcecada em não envelhecer, tudo suga e destrói à sua volta. Reka cresce absorvida pelo trabalho e se agarra às poucas lembranças da vida cigana.


A produção é o primeiro longa de Julia Zakia, roteirista e diretora premiada por seus curtas-metragens Pedra Bruta (2009), Tarabatara (2007) e a Estória da Figueira (2006). O elenco principal conta com Georgette Fadel, Julia Zakia, Leuda Bandeira, Sielma Ferraz e Ciça Ferraz.

Pré-estreia do filme "Rio Cigano"
Local: Theatro Municipal de Paulínia
Avenida Prefeito José Lozano Araújo , 1.551, Parque Brasil 500 – Paulínia/ SP
Data: 21 de março de 2013 (quinta-feira)
Horário: 20 horas
Informações: (19) 3933-2140 ou (19) 3874-2680
Entrada gratuita

(Fonte: www.campinas.com.br)

Estou anciosa para assistí-lo!

Para saber mais sobre o filme, acessem os Blogs: www.filmeriocigano.blogspot.com.br ou www.riocigano.blogspot.com.br. 

sábado, 8 de maio de 2010

Filme: Latcho Drom

Latcho Drom, significa "estrada segura" no dialeto cigano.
Esse eu recomendo! Um documentário audio visual musical emocionante para todos aqueles apaixonados e identificados com a cultura cigana.

"O diretor Tony Gatlif nasceu na Argélia, em 10 de setembro de 1948. Filho de pais franceses, Michel Dahamani – seu nome verdadeiro – é descendente de ciganos romenos, povo sobre o qual pautou a maioria de seus 16 filmes (ele não apenas os dirige e os escreve, como também é o responsável pela trilha musical).
O nomadismo de Tony Gatlif, a postura de se transformar em estrangeiro a fim de se identificar com aqueles que não têm vez nas representações caricaturais do cinema homogeneizante – desempregados, árabes, ciganos, pobres, mulheres, idosos, imigrantes – alcança o ápice no extraordinário Latcho Drom, mistura de documentário e musical, em que o diretor faz da própria câmera personagem principal do filme, uma vez que é a sua presença que garante a existência (e a resistência) do povo e da cultura cigana para os espectadores. Assim, Latcho Drom assume a forma de viagem que, durante um ano, do verão ao outono e do inverno à primavera, acompanha diversos grupos nômades, desde a Índia até a Espanha, passando pela Turquia, Romênia, Hungria, República Tcheca, Alemanha e França, relembrando o massacre nazista que dizimou milhares de ciganos nos campos de concentração e finalmente denunciando/exorcizando os crimes e preconceitos sofridos ao longo dos séculos. Por intermédio de rituais coletivos – que valem não pela codificação que instituem, mas sim pelo reunir de pessoas a fim de compartilhar experiências individuais com a comunidade –, os quais se manifestam na música e na dança, Gatlif, com fé e alegria juvenis, acaba por celebrar a vida, que explode em cores, ritmos, movimentos e energia contagiantes. Em cinema, enfim."
(Resenha escrita por Paulo Ricardo de Almeida)
Desconheço versões traduzidas ou legendadas para o português (brasileiro), mas vale a pena conferir.